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Like the generation connected with the Lisbon-based journal Orpheu, the group connected with the journal Presença also embraced satire comfortably and understood it as one of the components that most accentuates the critical dimension of the artist’s multifaceted personality. In this article, which seeks to fill a void in the studies of the Presença group, I assert that their satire is one of the processes through which the personality of the poet is revealed in confrontation with the world and with others. But satire and satiric notes are also expressions of the dialogical alterity of an egotistical I-poet with his Id and his Superego (Freud). The satire of José Régio and Miguel Torga is a force that comes from a person conscious of his uniqueness and of his will to impose the sovereignty of his psychic voice on reality or on a sometimes imposing hyper-reality.
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En la escena poética de fines del siglo XX, un nutrido conjunto de voces ha vueltoa interrogarse sobre el sentido del binomio literatura-compromiso, reabriendo el debate entorno a un asunto que parecía cancelado por las conquistas democráticas y la condiciónescéptica de la posmodernidad. Se trata de una serie de propuestas que, desde planteamientosestéticos a veces enfrentados, colabora en la elaboración de respuestas, o siquiera deincómodas preguntas, ante las urgencias del espacio público originadas por el nuevo escenariode la globalización, las contradicciones del capitalismo postindustrial y las presioneshomologadoras de la sociedad contemporánea. A la luz de un corpus significativo de poéticas,que postulan modos diversos de encarar las relaciones entre poesía, historia, ideología opolítica, este trabajo persigue aquilatar el significado y los matices que en la coyuntura deentresiglos ha ido tomando la noción histórico-literaria de compromiso. Una noción que, porun lado, se encarna en discursos poéticos retóricamente heterogéneos; y, por otro, acusa unavisible renovación de sus fundamentos teóricos, y de sus ideales formales y temáticos, queautoriza a hablar de un compromiso después del compromiso, al romper con algunas de susclaves más arraigadas e instaurar una quiebra con los modelos históricos más emblemáticos.
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Em 1971, saía no Funchal um livro de Liberto Cruz (1935), Gramática Histórica, que se propunha desconstruir paródica e satiricamente a linguagem e a ideologia do regime salazarista. A obra, como nos lembra o autor na edição de 2007, esgotou numa semana. Quando a crítica oficial se apercebeu do registo subversivo dos textos, já todos os exemplares estavam nas mãos de "atentos e desobedientes leitores" (Cruz, 2007: 10), como se lê no apontamento introdutório da edição de 2007, assinado por Liberto Cruz, que opta por um título muito oportuno, porque abrange os leitores que necessitam da nota para compreenderem o contexto em que surgiu o livro, mas também visa aqueles leitores que conhecem já a história deste livro: "Nota desounecessária dos autores" (entenda-se: "desnecessária", "ou necessária"), porque na primeira edição o autor oculta a sua identidade sob um pseudónimo: Álvaro Neto, que, em 1966, no segundo e último caderno da Poesia Experimental, aparece como autor de vários poemas.
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Reconheço na literatura e nos estudos literários um lugar central na História e na evolução do ser humano e da sociedade, e este livro, dividido em duas secções (Poesia e Ficção), é o reflexo disso mesmo; reflexo, também, de obras teóricas que, independentemente dos seus princípios de base (mais biografistas, psicologistas ou socioculturais, mais formalistas e estruturalistas, mais de estilística e retórica, etc., ou mais de síntese entre as várias orientações), têm sido decisivas para a constituição da crítica literária moderna e do seu propósito de determinação, na medida do possível, dos sentidos e valores de um texto literário ou de um sistema de obras literárias.
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Poeta, romancista, cronista, dramaturgo e autor de livros destinados ao público infantil e juvenil, Valter Hugo Mãe (Saurimo, Angola, 1971) é um dos escritores mais importantes do atual panorama literário português. A sua obra, lida em Portugal e no estrangeiro, reconhecida pela crítica especializada mas ainda não suficientemente estudada, solicita cada vez mais, pela sua riqueza e complexidade, um estudo de conjunto. Com este livro, que reúne trinta e oito ensaios de estudiosos da literatura portuguesa, proponho-me contribuir para a divulgação e o conhecimento de uma obra que, já consideravelmente extensa, se distribui por diversos géneros do discurso e alcança por isso um público amplo e diversificado.
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Nos proponemos aquí reconstruir la travesía de la canción amorosa en Joan Manuel Serrat, uno de los íconos consagrados de la canción de autor española. El núcleo problemático de la intimidad intentará abordarse, en principio, en su desbrozamiento como construcción discursiva e histórica, en múltiples niveles. Una segunda cuestión, también expuesta brevemente, intentará trazar un panorama sobre las representaciones del amor en la canción de autor española surgida por los sesenta en su aparente ruptura con los modelos de la «canción folklórica» y otros géneros coetáneos. Finalmente, abordaremos las representaciones del amor trazadas por las canciones de Serrat, en sus diversos y encontrados acentos y matices. Desde la reescritura de la tópica amorosa enmarcada en una nueva «sentimentalidad» histórica, la ironía, la parodia y la reflexión crítica sobre las instituciones sancionadas por el sistema, Serrat dibuja un mapa en el que, a un tiempo, genera en sus receptores el doble efecto de extrañamiento y de reconocimiento, invitándolos a la sorpresa y a la complicidad.
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O macrocampo onde a sátira oral se expande com o vigor cortante dos epigramas é o do elemento humano. Nesta forma de expressão pontuam figuras, tipos humanos e classes sociais que, pelos seus vícios, tiques ou ações, se tornaram objecto de derisão destrutiva. Categoria estética relegada, regra geral, para as franjas mais marginais do sistema semiótico literário oral tanto pelos intérpretes-autores como pelos estudiosos e pelos recetores – como não raro sucede na sátira da literatura tout court –, a sátira em verso constitui um instrumento ao serviço da nomeação daquilo que, num determinado momento histórico, é visto como degenerescência da sociedade ou como vício e maldade de alguns dos seus membros (pessoas e instituições).
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