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  • Like the generation connected with the Lisbon-based journal Orpheu, the group connected with the journal Presença also embraced satire comfortably and understood it as one of the components that most accentuates the critical dimension of the artist’s multifaceted personality. In this article, which seeks to fill a void in the studies of the Presença group, I assert that their satire is one of the processes through which the personality of the poet is revealed in confrontation with the world and with others. But satire and satiric notes are also expressions of the dialogical alterity of an egotistical I-poet with his Id and his Superego (Freud). The satire of José Régio and Miguel Torga is a force that comes from a person conscious of his uniqueness and of his will to impose the sovereignty of his psychic voice on reality or on a sometimes imposing hyper-reality.

  • Em 2016, Victor Correia publicou o livro Fernando Pessoa: a Homossexualidade, a Identidade de Género, e as Mulheres (Paris: Nota de Rodapé Edições), mas a obra não beneficiou da repercussão crítica e pública que o volume Homossexualidade e Homoerotismo em Fernando Pessoa provavelmente terá. A tiragem foi curta, numa editora pequena que, entretanto, fechou, e a esta vicissitude soma-se o tipo de textos selecionados: excertos, não, como neste livro, composições integrais.

  • Em 1971, saía no Funchal um livro de Liberto Cruz (1935), Gramática Histórica, que se propunha desconstruir paródica e satiricamente a linguagem e a ideologia do regime salazarista. A obra, como nos lembra o autor na edição de 2007, esgotou numa semana. Quando a crítica oficial se apercebeu do registo subversivo dos textos, já todos os exemplares estavam nas mãos de "atentos e desobedientes leitores" (Cruz, 2007: 10), como se lê no apontamento introdutório da edição de 2007, assinado por Liberto Cruz, que opta por um título muito oportuno, porque abrange os leitores que necessitam da nota para compreenderem o contexto em que surgiu o livro, mas também visa aqueles leitores que conhecem já a história deste livro: "Nota desounecessária dos autores" (entenda-se: "desnecessária", "ou necessária"), porque na primeira edição o autor oculta a sua identidade sob um pseudónimo: Álvaro Neto, que, em 1966, no segundo e último caderno da Poesia Experimental, aparece como autor de vários poemas.

  • Reconheço na literatura e nos estudos literários um lugar central na História e na evolução do ser humano e da sociedade, e este livro, dividido em duas secções (Poesia e Ficção), é o reflexo disso mesmo; reflexo, também, de obras teóricas que, independentemente dos seus princípios de base (mais biografistas, psicologistas ou socioculturais, mais formalistas e estruturalistas, mais de estilística e retórica, etc., ou mais de síntese entre as várias orientações), têm sido decisivas para a constituição da crítica literária moderna e do seu propósito de determinação, na medida do possível, dos sentidos e valores de um texto literário ou de um sistema de obras literárias.

  • A poesia oral não pode ser compreendida fora da estrutura social em que vive, nem o funcionamento da comunidade pode ser integralmente apreendido sem um conhecimento da sua poesia de transmissão oral. Por isso, neste estudo, influenciado pelo pensamento de José de Almeida Pavão Júnior e Paul Zumthor, procuramos demonstrar que uma abordagem séria da poesia oral não pode fixar-se unicamente no âmbito do literário, nem apenas nos seus aspectos culturais, antropológicos e sociológicos. A poesia oral, como as tradições em geral, só existe porque cumpre funções. Refletir sobre este aspecto é também pensar sobre o contexto social e cultural da performance literária, a idiossincrasia dos poetas-intérpretes e do grupo social, as diferentes espécies, a linguagem e o estilo, as circunstâncias da composição, da transmissão e da recepção dos textos.

  • He is the outlaw who has been dragged reluctantly, but relentlessly, ever closer to the art establishment. He is the artist who mocked museums and art galleries alike. Yet he chose to mount his first major exhibition in one of the crustiest museums imaginable – amidst the stuffed animals and the antique pianos of Bristol City Museum and Art Gallery – and made a huge success of it. When, in 2010, Time magazine selected him for its list of 100 most influential people in the world, along with the likes of Barack Obama, Apple’s Steve Jobs and Lady Gaga, he supplied a picture of himself with a paper bag (recyclable of course) over his head. For he is an artist unique in the twenty-first century: famous but unknown. He claims he needs this anonymity to protect himself from the forces of law and order. This was true in the past, but at this stage in his career most cities would welcome a new Banksy on the wall. The argument would be how best to preserve it, not how to lock up its creator. This book does not attempt to unmask him. Tales of scuttling around his home town of Bristol trying to convince childhood friends to reveal his identity would not make for very interesting reading. More important is the fact that fans, followers and even those who are just vaguely aware he exists, don’t want to know who he is. The New Statesman critic who derides it all as ‘ostentatious anonymity’ is very much in the minority. We all enjoy the mystery of the man who has somehow managed to get himself described as ‘Robin Hood’ even though he is hardly robbing the rich to feed the poor. What this book does do, however, is to follow his upward spiral from the outlaw – just one of many – spraying the walls of Bristol in the 1990s to the artist whose work commands hundreds of thousands of pounds in the auction houses of Britain and America. The outsider who has become an insider.

  • After centuries of symbolic and political oppression, Galicia has been recognized by the Spanish constitution as a historic nationality. However, despite a certain degree of political autonomy, Galician identity is threatened by increasing homogenization in the economic, social, cultural and linguistic fields. In the early 1990s the aesthetic movement Bravú constructed an aesthetic community, sustained by an ideological project, and with the aim to, on the one hand, prevent Galician culture from becoming folklore stuck in a time warp and, on the other hand, to validate Galician identity. The Bravú artists refused the historically inherited outsider position and contributed to a reinvention of Galician identity and of a political ideal within a cosmopolitan, internationalist framework and by reversing social stigmas through their works and performances.

  • Prólogo Capítulo I: Testimoniar en oxímoron (El caso César Vallejo) Capítulo II: Testimoniar sin lengua (El caso Alejandra Pizarnik) Capítulo III: Testimoniar sin metáfora (Los casos Washington Cucurto, Martín Gambarotta, Roberta Iannamico). *** Testimoniar en oxímoron, testimoniar sin lengua, testimoniar sin metáfora. Con estas tres fórmulas, Tamara Kamenszain bordea lo dicho por la poesía en los casos César Vallejo, Alejandra Pizarnik, Washington Cucurto, Martín Gambarotta y Roberta Iannamico. El testimonio no es prueba de la realidad sino en todo caso una muestra de vida. La poesía como testimonio mantiene viva la posibilidad de decir. Poniendo los saberes en falta, la poesía dice, da cuenta de la realidad, pero sin que esto signifique apelar a los realismos. En la imposibilidad indecible de todo testimonio, allí la poesía encuentra su boca. En este marco, los ensayos de Kamenszain registran una nueva lectura, tejen otros textos: el Vallejo de España, aparta de mí este cáliz pone en fecha los hechos, recibe en el propio aliento la boca del otro, mata la muerte. Y así como Vallejo deja entrar lo que de vida hay en la muerte, Pizarnik tramita lo que de muerte hay en la vida, en el punto de cese de la lengua que habla en sus últimos libros. Intentando despegar la escritura poética de su herramienta retórica por excelencia, la metáfora, los nuevos poetas buscan pinchar el efecto de show de la realidad. El realismo atolondrado en Cucurto, la búsqueda de lo real en Gambarotta, y el uso en Iannamico son modos de poner al poema en circulación, justo antes de que la ‘literatura’ se extinga. Precisa, lúcida y emotiva, la mirada de Kamenszain renueva las lecturas de dos grandes poetas de la poesía latinoamericana y descubre modos posibles de leer a las nuevas generaciones de la poesía argentina.

  • O macrocampo onde a sátira oral se expande com o vigor cortante dos epigramas é o do elemento humano. Nesta forma de expressão pontuam figuras, tipos humanos e classes sociais que, pelos seus vícios, tiques ou ações, se tornaram objecto de derisão destrutiva. Categoria estética relegada, regra geral, para as franjas mais marginais do sistema semiótico literário oral tanto pelos intérpretes-autores como pelos estudiosos e pelos recetores – como não raro sucede na sátira da literatura tout court –, a sátira em verso constitui um instrumento ao serviço da nomeação daquilo que, num determinado momento histórico, é visto como degenerescência da sociedade ou como vício e maldade de alguns dos seus membros (pessoas e instituições).

  • A literatura de cordel é um importante meio de expressão popular com valor informativo, documental e de crônica poética e histórica. O cordelista ao mesmo tempo é poeta e jornalista, conselheiro do povo e historiador popular. Os relatos cordelianos de eventos do dia e os folhetos de acontecimentos são o foco deste livro que registra os cem anos nos quais o cordel foi um comentador ímpar dos fatos significativos do nosso país. Mark Curran selecionou mais de trezentos folhetos, e os apresenta neste belo acompanhados de uma reflexão sobre sua estrutura formal, seus temas, seus autores, sua história, sua condição de arte construída como eco da história oficial do país, e sobretudo como reflexo dos anseios, sonhos e esperanças de seu povo. Este belo estudo é acompanhado de reproduções de alguns dos folhetos analisados.

Last update from database: 10/28/24, 4:45 PM (UTC)

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