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Neste artigo, através de uma análise das formas e dos conteúdos de várias pelejas brasileiras, selecionadas de entre muitas centenas de folhetos de cordel, procuramos mostrar de que modo aí se apresentam e confrontam homens e mulheres; e procuramos, ainda, compreender o lugar deste género textual na (re)construção da sociedade brasileira (e não só).
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A poesia oral não pode ser compreendida fora da estrutura social em que vive, nem o funcionamento da comunidade pode ser integralmente apreendido sem um conhecimento da sua poesia de transmissão oral. Por isso, neste estudo, influenciado pelo pensamento de José de Almeida Pavão Júnior e Paul Zumthor, procuramos demonstrar que uma abordagem séria da poesia oral não pode fixar-se unicamente no âmbito do literário, nem apenas nos seus aspectos culturais, antropológicos e sociológicos. A poesia oral, como as tradições em geral, só existe porque cumpre funções. Refletir sobre este aspecto é também pensar sobre o contexto social e cultural da performance literária, a idiossincrasia dos poetas-intérpretes e do grupo social, as diferentes espécies, a linguagem e o estilo, as circunstâncias da composição, da transmissão e da recepção dos textos.
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The published works of Andi Nachon (Buenos Aires, 1970) comprise more than half a dozen single-authored collections of poetry, inclusion in several recent anthologies, and her own anthology of Argentine women poets. Her name appears in articles and works on recent poetry from Argentina, as in Diana Bellessi’s La pequeña voz del mundo. She also gives frequent readings on the Buenos Aires poetry circuit. Her work, though, lacks a sustained critical study. This is surprising. Nachon’s poetry occupies, in form and technique, a space between the dominant trends of 80s and 90s poetry – broadly speaking, the neobarroco and objectivismo – whilst her themes take in contemporary pop culture, political memory and resistance, and what might be termed the psychogeography of the city. Ambiguity – of subject or narrative position; of syntax; of geographical or physical position; and of gender – characterizes much of her work. For these and other reasons, a detailed reading of a selection of poems from throughout her career is somewhat overdue. This paper sets out to examine a number aspects of her poetry: the context from which her earliest work emerges; its development of novel forms of address, in relation to comparable near-contemporary poets; explorations of space, including a form of psychogeography, in both her early collections and her volume Taiga (2000); the subtle political engagements found in her poetry, including a later collection Plaza real (2004); before looking at her most recent poetry and its interaction with non-poetic forms. Questions of the lyric and what has been called by Baltrusch and Lourido (2012) and Casas (2012), amongst others, “non-lyric poetry”, are central to these analyses.
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Prólogo Capítulo I: Testimoniar en oxímoron (El caso César Vallejo) Capítulo II: Testimoniar sin lengua (El caso Alejandra Pizarnik) Capítulo III: Testimoniar sin metáfora (Los casos Washington Cucurto, Martín Gambarotta, Roberta Iannamico). *** Testimoniar en oxímoron, testimoniar sin lengua, testimoniar sin metáfora. Con estas tres fórmulas, Tamara Kamenszain bordea lo dicho por la poesía en los casos César Vallejo, Alejandra Pizarnik, Washington Cucurto, Martín Gambarotta y Roberta Iannamico. El testimonio no es prueba de la realidad sino en todo caso una muestra de vida. La poesía como testimonio mantiene viva la posibilidad de decir. Poniendo los saberes en falta, la poesía dice, da cuenta de la realidad, pero sin que esto signifique apelar a los realismos. En la imposibilidad indecible de todo testimonio, allí la poesía encuentra su boca. En este marco, los ensayos de Kamenszain registran una nueva lectura, tejen otros textos: el Vallejo de España, aparta de mí este cáliz pone en fecha los hechos, recibe en el propio aliento la boca del otro, mata la muerte. Y así como Vallejo deja entrar lo que de vida hay en la muerte, Pizarnik tramita lo que de muerte hay en la vida, en el punto de cese de la lengua que habla en sus últimos libros. Intentando despegar la escritura poética de su herramienta retórica por excelencia, la metáfora, los nuevos poetas buscan pinchar el efecto de show de la realidad. El realismo atolondrado en Cucurto, la búsqueda de lo real en Gambarotta, y el uso en Iannamico son modos de poner al poema en circulación, justo antes de que la ‘literatura’ se extinga. Precisa, lúcida y emotiva, la mirada de Kamenszain renueva las lecturas de dos grandes poetas de la poesía latinoamericana y descubre modos posibles de leer a las nuevas generaciones de la poesía argentina.
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A Literatura de Cordel, antiga tradição brasileira de origem européia, foi, durante muito tempo, reduto eminentemente masculino. Embora alguns estudiosos da cultura popular brasileira tenham identificado as mulheres como o principal arquivo das tradições orais, nota-se, nas antologias do gênero, a ausência de folhetos de autoria feminina, o que pode revelar, dentre outros fatores, uma faceta de preconceitos contra a mulher e a sua participação numa sociedade patricarcal. A pesquisa de campo realizada em diversos pontos de venda de cidades nordestinas e a busca nos principais acervos de cordel de Campina Grande, de João Pessoa, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo detectaram a presença de 70 mulheres cordelistas e 170 títulos. Depois da primeira mulher de que se tem notícia como autora de cordel, que publicou em 1938 sob pseudônimo masculino, somente a partir de 1970 é que se pode verificar manifestações de autoria assumidamente feminina. Na atualidade, mulheres, através da escrita de cordéis, denunciam uma realidade social e também anunciam perspectivas de vida. São professoras, psícologas, advogadas, dramaturgas, donas-de casa, que, utilizam-se dessa forma de manifestação da nossa cultura, deixam fluir sua poeticidade e através dela demonstram sue sentimentos, aspirações e visões de mundo, conslolidando uma identidade autoral e o espaçao feiminino na literatura de cordel.
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A pesar de los muchos artículos disperso que oportunamente se ocuparon de reflejar aspectos de la producción poética argentina de las últimas décadas, prácticamente no existen libros que hayan intentado plantear una visión más o menos ordenada de ese conjunto vastísimo y heterogéneo que le ha ofrecido a los lectores muchas más novedades que la prosa en el mismo período. Este libro constituye un esfuerzo en esa dirección.
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O macrocampo onde a sátira oral se expande com o vigor cortante dos epigramas é o do elemento humano. Nesta forma de expressão pontuam figuras, tipos humanos e classes sociais que, pelos seus vícios, tiques ou ações, se tornaram objecto de derisão destrutiva. Categoria estética relegada, regra geral, para as franjas mais marginais do sistema semiótico literário oral tanto pelos intérpretes-autores como pelos estudiosos e pelos recetores – como não raro sucede na sátira da literatura tout court –, a sátira em verso constitui um instrumento ao serviço da nomeação daquilo que, num determinado momento histórico, é visto como degenerescência da sociedade ou como vício e maldade de alguns dos seus membros (pessoas e instituições).
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A literatura de cordel é um importante meio de expressão popular com valor informativo, documental e de crônica poética e histórica. O cordelista ao mesmo tempo é poeta e jornalista, conselheiro do povo e historiador popular. Os relatos cordelianos de eventos do dia e os folhetos de acontecimentos são o foco deste livro que registra os cem anos nos quais o cordel foi um comentador ímpar dos fatos significativos do nosso país. Mark Curran selecionou mais de trezentos folhetos, e os apresenta neste belo acompanhados de uma reflexão sobre sua estrutura formal, seus temas, seus autores, sua história, sua condição de arte construída como eco da história oficial do país, e sobretudo como reflexo dos anseios, sonhos e esperanças de seu povo. Este belo estudo é acompanhado de reproduções de alguns dos folhetos analisados.
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(1992). Argentina's secret poetry boom. Travesia: Vol. 1, No. 2, pp. 178-184.
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El siglo XX se terminó –y el XXI empezó o, todavía, espera– con una crise de vers no menor de la que Mallarmé diagnosticó –y contribuyó a precipitar– a finales del XIX. El signo de la crisis, sin embargo, es distinto: con el simbolismo se trataba de una tensión no resuelta entre los instrumentos tradicionales de la poesía y la búsqueda de algo nuevo, de recomienzo. El mundo cambiaba visiblemente y a poesía buscaba su lugar en una situación demasiado volátil para su necesidad de pisar suelo firme. En esa zona de transición se carga el resorte que va a impulsar las primeras vanguardias. La crisis de hoy es menos un desconcierto que un compás de espero.
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