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O artigo que aqui se inicia parte de uma reflexão mais genérica sobre a imagem e a visualidade na cidade, para se centrar num exemplo que considero particularmente interessante para o estudo das dinâmicas contemporâneas de apropriação do espaço urbano que recorrem a dispositivos de natureza visual. A cidade é, neste contexto, tomada como artefacto cultural, uma fabricação histórica participada por agentes com poderes e desejos desiguais. Nesta arena conflitual habitam pessoas e comunidades com condições, vontades, práticas e representações, dissemelhantes. A cidade espelha esta multiplicidade ontológica com propensão a revelar-se na matéria visível do quotidiano. À tona emergem sinais, social e culturalmente significativos, que contribuem para a fundação de um ecossistema simbólico e comunicativo particular. Podemos, eventualmente, encarar a existência de uma cultura visual urbana (Wells, 2007) dada a especificidade de agentes, gramáticas e mecanismos de comunicação que conseguimos antever neste território.
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Nel profondo mutamento culturale che coinvolge la crisi della scrittura, lo scenario che si prospetta nel nostro immediato futuro è caratterizzato dalla rapida evoluzione delle nuove tecnologie, dalla frammentazione del sapere, dalla perdita di memoria, dall'eccesso d'informazione, dalla prevalenza dell'individuo e, in ultima analisi, dalla spettacolarizzazione della cultura. Il volume si propone di affrontare, sotto il profilo sociologico, l'evoluzione in atto in seguito alla de-massificazione, caratterizzata dall'emergere di "moltitudini" globalizzate, da un sapere sempre meno alfabetizzato e dal prevalere della parola come spettacolo nelle nuove "società digitali". La tesi di fondo è che non si tratti di un fenomeno occasionale, ma della conseguenza di un lungo processo legato all'ascesa e alla caduta del logocentrismo, che è necessario ripercorre nei suoi tratti essenziali per comprendere appieno l'oggi e le tendenze di domani.
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Cardboard is hardly a material we associate with new media or digital technology in general. And yet in considering a series of recent editorial projects in several Latin American cities—editorial projects whose last name is always Cartonera and whose defining attribute is a trash aesthetic of hand-painted books made from recycled cardboard—it seems difficult to avoid confronting the present media ecology characterized by these technologies. These editorials produce, on some level, a kind of ‘‘new media,’’ although the mere novelty of their enterprise is only the most superficial of their affiliations with this concept. On the contrary, it seems clear to me that these projects also enact a form of production that should be interrogated within a discussion of the forms of sociality associated with new media and the politico-economic landscape they inhabit and condition.
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Prólogo Capítulo I: Testimoniar en oxímoron (El caso César Vallejo) Capítulo II: Testimoniar sin lengua (El caso Alejandra Pizarnik) Capítulo III: Testimoniar sin metáfora (Los casos Washington Cucurto, Martín Gambarotta, Roberta Iannamico). *** Testimoniar en oxímoron, testimoniar sin lengua, testimoniar sin metáfora. Con estas tres fórmulas, Tamara Kamenszain bordea lo dicho por la poesía en los casos César Vallejo, Alejandra Pizarnik, Washington Cucurto, Martín Gambarotta y Roberta Iannamico. El testimonio no es prueba de la realidad sino en todo caso una muestra de vida. La poesía como testimonio mantiene viva la posibilidad de decir. Poniendo los saberes en falta, la poesía dice, da cuenta de la realidad, pero sin que esto signifique apelar a los realismos. En la imposibilidad indecible de todo testimonio, allí la poesía encuentra su boca. En este marco, los ensayos de Kamenszain registran una nueva lectura, tejen otros textos: el Vallejo de España, aparta de mí este cáliz pone en fecha los hechos, recibe en el propio aliento la boca del otro, mata la muerte. Y así como Vallejo deja entrar lo que de vida hay en la muerte, Pizarnik tramita lo que de muerte hay en la vida, en el punto de cese de la lengua que habla en sus últimos libros. Intentando despegar la escritura poética de su herramienta retórica por excelencia, la metáfora, los nuevos poetas buscan pinchar el efecto de show de la realidad. El realismo atolondrado en Cucurto, la búsqueda de lo real en Gambarotta, y el uso en Iannamico son modos de poner al poema en circulación, justo antes de que la ‘literatura’ se extinga. Precisa, lúcida y emotiva, la mirada de Kamenszain renueva las lecturas de dos grandes poetas de la poesía latinoamericana y descubre modos posibles de leer a las nuevas generaciones de la poesía argentina.
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Empreendendo uma análise profunda de três romances representativos da literatura latino-americana recente, Diana Klinger aborda dois elementos fundamentais presentes na ficção contemporânea: a presença marcante da primeira pessoa, em que se identificam aspectos de discurso autobiográfico, e uma perspectiva afastada sobre o outro, caracterizando uma literatura que atravessa fronteiras culturais. Escritas de si, escritas do outro constitui, portanto, obra fundamental para a compreensão das novas tendências da ficção contemporânea e, notadamente, da produção literária latino-americana da atualidade.
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A Literatura de Cordel, antiga tradição brasileira de origem européia, foi, durante muito tempo, reduto eminentemente masculino. Embora alguns estudiosos da cultura popular brasileira tenham identificado as mulheres como o principal arquivo das tradições orais, nota-se, nas antologias do gênero, a ausência de folhetos de autoria feminina, o que pode revelar, dentre outros fatores, uma faceta de preconceitos contra a mulher e a sua participação numa sociedade patricarcal. A pesquisa de campo realizada em diversos pontos de venda de cidades nordestinas e a busca nos principais acervos de cordel de Campina Grande, de João Pessoa, Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo detectaram a presença de 70 mulheres cordelistas e 170 títulos. Depois da primeira mulher de que se tem notícia como autora de cordel, que publicou em 1938 sob pseudônimo masculino, somente a partir de 1970 é que se pode verificar manifestações de autoria assumidamente feminina. Na atualidade, mulheres, através da escrita de cordéis, denunciam uma realidade social e também anunciam perspectivas de vida. São professoras, psícologas, advogadas, dramaturgas, donas-de casa, que, utilizam-se dessa forma de manifestação da nossa cultura, deixam fluir sua poeticidade e através dela demonstram sue sentimentos, aspirações e visões de mundo, conslolidando uma identidade autoral e o espaçao feiminino na literatura de cordel.
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A pesar de los muchos artículos disperso que oportunamente se ocuparon de reflejar aspectos de la producción poética argentina de las últimas décadas, prácticamente no existen libros que hayan intentado plantear una visión más o menos ordenada de ese conjunto vastísimo y heterogéneo que le ha ofrecido a los lectores muchas más novedades que la prosa en el mismo período. Este libro constituye un esfuerzo en esa dirección.
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O macrocampo onde a sátira oral se expande com o vigor cortante dos epigramas é o do elemento humano. Nesta forma de expressão pontuam figuras, tipos humanos e classes sociais que, pelos seus vícios, tiques ou ações, se tornaram objecto de derisão destrutiva. Categoria estética relegada, regra geral, para as franjas mais marginais do sistema semiótico literário oral tanto pelos intérpretes-autores como pelos estudiosos e pelos recetores – como não raro sucede na sátira da literatura tout court –, a sátira em verso constitui um instrumento ao serviço da nomeação daquilo que, num determinado momento histórico, é visto como degenerescência da sociedade ou como vício e maldade de alguns dos seus membros (pessoas e instituições).
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¿Cales son as implicacións para o espazo simbólico-cultural da Galicia do serodio século XX de considerar a suposta anomalía que é ter unha "abundancia" de poetas?. O presente artigo responde a esta pregunta ao propor avaliar a práctica das performances poéticas tendo en conta a invitación de Xoán González-Millán no seu Resistencia cultural e diferencia histórica a que consideremos os efectos das accións culturais nas relacións sociais. Esta estratexia permítenos entender a recuperación da esfera pública que este xeito de "facer" poesía conleva, pois rescátanse os poemas do contexto solitario e privado da lectura para traelos ao centro da palestra. What are the implications for the sumbolic cultural scenario of late 20th Century Galicia when considering the supposed anomaly of having an “abundance” of poets? This article responds to this query by evaluating the practice of poetics performances, taking into consideration Xoán González-Millán’s invitation to consider the effects of cultural actions in social relations in his Resistancia cultural e diferencia histórica. This strategy allows us to understand the recovery of the public sphere carried on by this mode os “making” poetry, since poems are conveyed from the private and solitary context of reading to be brought to the fore.
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This article explores the role of poetry in working-class counter-public spheres by examining the work of South Australian working-class performance poet Geoff Goodfellow. Goodfellow's performances at venues like construction sites, maximum security prisons, and pubs create a public space for groups of people usually seen as excluded from literary culture and from the institutions of the dominant public sphere. Goodfellow's readings allow for communal self-reflection and deliberation on such subjects as domestic violence, labour issues, racial questions, and other topics significant to the changing nature of working-class life and identity, and they have had an impact upon corporate and governmental policy in areas like prison reform and labour disputes. His performances suggest the need for working-class studies not only to examine literature by working-class writers, but also to explore issues of reception and performance, and to ask how this literature functions in the social contexts of its production.
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