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Abstract: In the world of Mexican poetry of the 20th and 21st centuries an intense melancholy can be seen. Poets such as Ramon López Velarde, Xavier Villaurrutia, Efraín Huerta, Jaime Labastida, Francisco Hernández or Marco Antonio Campos, among others, may be clearly set into this poetic mode. Each one of these authors has dealt with one or several of the many expressions related to melancholy, from tedium to erotic impulse, patriotic passion or more often, anguish provoked by illness, suicide and death. Given my belief that Jaime Sabines’work springs from melancholic humor, particularly from some of its symptoms described in philosophy, sociology or anthropology, and since this may explain his retreat from writing quite a few years before his death, this article approaches Sabines´ poetry taking into account some of the most relevant and well-known studies on melancholy (Agamben, Bartra, Paz, Castro Santiago or Arancibia). Resumen: En el mapa de la poesía mexicana de los siglos XX y XXI se aprecia una intensa presencia del carácter melancólico. En esta línea podrían ubicarse Ramón López Velarde, Xavier Villaurrutia, Efraín Huerta, Jaime Labastida, Francisco Hernández o Marco Antonio Campos, entre otros. Cada uno de estos autores ha poetizado algunas de las múltiples caras de la tristeza, desde el tedio y el abatimiento hasta la exacerbación erótica, la pasión patriótica o, más frecuentemente, la angustia por la enfermedad, el suicidio y la muerte. Dada mi convicción de que la obra de Jaime Sabines es fruto del humor melancólico –en particular de algunas de las manifestaciones de éste descritas desde la filosofía, la sociología y la antropología– y puesto que puede explicar su casi completa renuncia a la creación poética bastantes años antes de su muerte, este trabajo lee al autor chiapaneco a la luz de algunos destacados estudios sobre la melancolía (Agamben, Bartra, Paz, Castro Santiago o Arancibia).
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[A1] La propuesta de la presente ponencia es la de realizar un abordaje del poemario Praga (1982) del escritor Manuel Vazquez Montalbán (1939-2003), a partir del rastreo del vínculo entre poesía y memoria. La alusión lateral a un episodio central de la historia europea del siglo XX, la invasión de Praga por parte de la Unión Soviética y sus aliados del Pacto de Varsovia, hecho que pondría fin a la etapa de apertura política y liberalización reformista que propiciaba un socialismo con rostro humano” conocido como la Primavera de Praga (1968), permite al autor catalán llevar adelante una reelaboración del pasado a través de un viaje por la memoria personal y por la memoria histórica conjugando racconto biográfico con análisis político, tono confesional con distancia crítica. Como muchas de las obras de nuestro autor, Praga es un libro inclasificable —poema-libro” o “libropoema” (Manuel Rico); “monólogo” o “dilatada meditación” (Lluis Izquierdo)— que convierte a la capital de la actual República Checa en un auténtico “sitio de memoria”(Pierre Nora).
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A visibilidade da poesia de cordel esteve, tradicionalmente, associada às imagens masculinas, dotadas de discursos conservadores. O que não significa que as mulheres estavam ausentes deste universo literário, mas seus trabalhos não alcançavam a mesma projeção daqueles produzidos pelos homens. Apesar de, atualmente, termos proposto reflexões acerca da representatividade das mulheres em eventos, feiras, publicações e o reconhecimento da importância das poesias feitas por mulheres, ainda há constantes referências às mulheres de forma estigmatizada nos folhetos – nos versos, nas capas, nas palestras…
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Este livro reúne estudos de caso e reflexões teórico-conceituais que nasceram de investigações desenvolvidas por pesquisadores dos núcleos de estudos Tramas Comunicacionais e Neepec, inseridos na linha de pesquisa Textualidades Mediáticas do Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais. As pesquisas aqui reunidas têm como objeto emergências de questões de gênero a partir de diferentes mídias e processos comunicacionais (revistas, jornais impressos, cordel, telejornais, filmes, aplicativos, redes sociais, entre outros) , buscando desenvolver e revisar criticamente diferentes perspectivas discussões teórico-metodológicas implicadas.
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A. O'Neill (1924-1986), Portuguese writer and poet
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Em 1971, saía no Funchal um livro de Liberto Cruz (1935), Gramática Histórica, que se propunha desconstruir paródica e satiricamente a linguagem e a ideologia do regime salazarista. A obra, como nos lembra o autor na edição de 2007, esgotou numa semana. Quando a crítica oficial se apercebeu do registo subversivo dos textos, já todos os exemplares estavam nas mãos de "atentos e desobedientes leitores" (Cruz, 2007: 10), como se lê no apontamento introdutório da edição de 2007, assinado por Liberto Cruz, que opta por um título muito oportuno, porque abrange os leitores que necessitam da nota para compreenderem o contexto em que surgiu o livro, mas também visa aqueles leitores que conhecem já a história deste livro: "Nota desounecessária dos autores" (entenda-se: "desnecessária", "ou necessária"), porque na primeira edição o autor oculta a sua identidade sob um pseudónimo: Álvaro Neto, que, em 1966, no segundo e último caderno da Poesia Experimental, aparece como autor de vários poemas.
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No mundo ocidental, são muitas as vozes que nos vão lembrando, de tempos a tempos, que já não sabemos encarar a morte com frontalidade e dignidade. Assumiu-se que falar da morte é produzir uma dor ou um mal-estar que colidem com os valores da nossa sociedade, cada vez mais voltada para o culto da beleza e da eterna juventude. Até sensivelmente às décadas de 70 ou 80 do século passado, a sociedade portuguesa, sobretudo a mais rural, não escondia dos mais novos as doenças, o envelhecimento e a morte dos entes queridos, e o cancioneiro infantil e juvenil era uma das grandes expressões e uma das fontes de todos estes temas. Hoje, estas são questões praticamente silenciadas, dir-se-ia até proibidas, e por isso muitas crianças são educadas sem o conhecimento da morte. Partindo destes pressupostos, abordaremos neste artigo a questão da morte na poesia oral e tradicional infantil portuguesa moderna e contemporânea. Veremos, em particular, se a morte aparece mais como personagem ou mais como acontecimento, refletiremos sobre os seus tipos e as suas incidências semânticas, simbólicas e pragmáticas, e discutiremos se vale a pena trazer estes textos para o contexto educativo.
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Neste artigo, através de uma análise das formas e dos conteúdos de várias pelejas brasileiras, selecionadas de entre muitas centenas de folhetos de cordel, procuramos mostrar de que modo aí se apresentam e confrontam homens e mulheres; e procuramos, ainda, compreender o lugar deste género textual na (re)construção da sociedade brasileira (e não só).
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Resumo Os poemas “À Inglaterra” e a “Marcha do Ódio” sobressaem na produção de Guerra Junqueiro como composições fundamentais e, mesmo, catalisadoras das reações ao Ultimato britânico de 1890. Neste artigo, propomo-nos evidenciar a capacidade comunicativa e argumentativa destes poemas, e esperamos contribuir quer para o (re)conhecimento, hoje, da sátira de Junqueiro (e da sátira em geral), quer para o conhecimento de um poeta que foi uma das figuras maiores do Portugal do último quartel do século XIX e das duas primeiras décadas do século XX.
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