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Like the generation connected with the Lisbon-based journal Orpheu, the group connected with the journal Presença also embraced satire comfortably and understood it as one of the components that most accentuates the critical dimension of the artist’s multifaceted personality. In this article, which seeks to fill a void in the studies of the Presença group, I assert that their satire is one of the processes through which the personality of the poet is revealed in confrontation with the world and with others. But satire and satiric notes are also expressions of the dialogical alterity of an egotistical I-poet with his Id and his Superego (Freud). The satire of José Régio and Miguel Torga is a force that comes from a person conscious of his uniqueness and of his will to impose the sovereignty of his psychic voice on reality or on a sometimes imposing hyper-reality.
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No mundo ocidental, são muitas as vozes que nos vão lembrando, de tempos a tempos, que já não sabemos encarar a morte com frontalidade e dignidade. Assumiu-se que falar da morte é produzir uma dor ou um mal-estar que colidem com os valores da nossa sociedade, cada vez mais voltada para o culto da beleza e da eterna juventude. Até sensivelmente às décadas de 70 ou 80 do século passado, a sociedade portuguesa, sobretudo a mais rural, não escondia dos mais novos as doenças, o envelhecimento e a morte dos entes queridos, e o cancioneiro infantil e juvenil era uma das grandes expressões e uma das fontes de todos estes temas. Hoje, estas são questões praticamente silenciadas, dir-se-ia até proibidas, e por isso muitas crianças são educadas sem o conhecimento da morte. Partindo destes pressupostos, abordaremos neste artigo a questão da morte na poesia oral e tradicional infantil portuguesa moderna e contemporânea. Veremos, em particular, se a morte aparece mais como personagem ou mais como acontecimento, refletiremos sobre os seus tipos e as suas incidências semânticas, simbólicas e pragmáticas, e discutiremos se vale a pena trazer estes textos para o contexto educativo.
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Neste artigo, através de uma análise das formas e dos conteúdos de várias pelejas brasileiras, selecionadas de entre muitas centenas de folhetos de cordel, procuramos mostrar de que modo aí se apresentam e confrontam homens e mulheres; e procuramos, ainda, compreender o lugar deste género textual na (re)construção da sociedade brasileira (e não só).
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Reconheço na literatura e nos estudos literários um lugar central na História e na evolução do ser humano e da sociedade, e este livro, dividido em duas secções (Poesia e Ficção), é o reflexo disso mesmo; reflexo, também, de obras teóricas que, independentemente dos seus princípios de base (mais biografistas, psicologistas ou socioculturais, mais formalistas e estruturalistas, mais de estilística e retórica, etc., ou mais de síntese entre as várias orientações), têm sido decisivas para a constituição da crítica literária moderna e do seu propósito de determinação, na medida do possível, dos sentidos e valores de um texto literário ou de um sistema de obras literárias.
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Artes poéticas mexicana (de los Contemporáneos a la actualidad) nace de la necesidad de abordar un aspecto esencia a la hora de acercarnos a la poesía, el estudio, el análisis detallado de aquellos poemas en los que los escritores, en este caso mexcianos, intentan dilucidar y en ocasiones exponer su postura ante el hecho poeético, y ello desde una perspectiva que sin duda es fruto de toda una tradición pero a la que se acude para registrar una visión candente de la poesía. Este volumen parte de un estudio general, panorámico, en el que se analizan las diferentes propuestas metapoéticas desde los Contemporáneos hasta las últimas tendencias. A esta primera aportación le siguen estudios específicos de las artes poéticas de algunos poetas (Xavier Villaurrutia, Jorge Cuesta, Gilberto Owen, Octavio Paz, Efraín Huerta, Rosario Castellanos, Jaime Sabines, Gabriel Zaid, José Emilio Pacheco, Hormero Aridjis, Francisco Hernández, Alberto Blanco, Vicente Quirarte, Julián Herbert; y una reflexión sobre poesía mexicana reciente a partir del estudio de los metapoemas de algunas poetas), muestra de la buena salud de la que las artes poéticas siguen gozando en México. El lector podrá comprobar en estas páginas cómo con el paso de los años la concepción de lo poético ha ido variando y aportando nuevas formas de entender aquello que podríamos denominar la esencia de la poesía desde la misma poesía.
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